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Abraão E Isaque

Alceu Pires

Cabisbaixo, pensativo ele vai É normal os sentimentos de um bom pai, segue adiante Cada toque do seu cajado na chão Lhe doía mas o velho coração confiante Na divina providência acontecer Poderia ver em tempo, então descer, vinda dos altos céus Todavia vinha chegando a Moriá Sua jóia mais preciosa entregar em sacrifício para Deus Vai Abraão, vai Abraão Pelas matas passarinhos a cantar, borboletas pelos campos revoar segue em frente Para Isaque que seguia logo atrás Tudo aquilo para ele era paz, inocente De repente o silêncio de Abraão foi quebrado por uma interrogação Era o filho seu: Ó meu pai, a lenha, o fogo aqui está O cordeiro onde vamos encontrar e Abraão lhe respondeu: Deus proverá, Deus proverá E ao chegarem lá no monte Moriá Foi Isaque amarrado sobre o altar preocupado Talvez ele pensou consigo mesmo e disse: Como pode meu pai dizer me amar Com as suas próprias mãos vai me matar, mas calado E o coração do velho Abraão bateu forte ao levantar Sua mão de repente escutou: Abraão não faças tal, bradou assim Bem conheço agora que temes a mim E Abraão se alegrou: Grande é Jeová, grande é Jeová E a parte mais bonita, agora vem Nosso Deus prepara tudo muito bem, é ordeiro Abraão agora olhando com paz Avistou preso entre os matagais, um cordeiro Como disse Abraão, o Senhor proveu, no lugar de Isaque, seu filho Um outro cordeiro morreu símbolo de Jesus, que mais tarde Realmente esteve aqui, aceitou morrer por você e por mim Sim por você e por mim, crucificado em uma cruz Pra nos salvar, ele sofreu, mas ressurgiu, tudo venceu Aleluia, ele venceu, aleluia, aleluia