Chinoca Morena

João Luiz Corrêa

Linda chinoca morena, Que em noite serena, aquece o meu coração Hoje anda tão distante, Como um barco errante, navegando em solidão Aqui no meu rancho eu vivo, Mateando solito, em tardes de verão E prá matar meu desejo, Eu sinto teu beijo, no meu chimarrão O calor de um beijo da mulher querida Dá jeito na vida solita de um peão Trazendo consigo o desfecho da mágoa Como um pingo d’água caindo no chão Se um dia der vontade, Bater a saudade pode vir prá cá, Eu estou sempre por aqui, Nem sempre a sorrir, mas sempre a te esperar Sei que um dia no meu rancho, Meio de carancho, ainda vais voltar Com saudade do meu beijo, Louca de desejo de me amar

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