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Terno Branco

Joao Nogueira

Vesti meu terno branco de domingo Lenço de seda no pescoço E com ar de bom moço O morro eu desci Botei meu cavaquinho a disposição Da poesia, pois há tempos queria Sentir no meu peito Tamanha emoção O ar da noite me inspirou Quando a lua bem alto pintou Uma dor ca no peito me fez refletir Que eu malandro de direito e de fato Acostumado a sorrir do fracasso Me rendi a beleza de uns olhos azuis Hoje eu volto pro morro Com a minha canção E a dona da cidade no meu coração Até quando algum dia ela volte a me olhar Meus versos, guardei na gaveta da minha memória Quem sabe algum dia eu passe pra historia arturreis@terra.com.br Laureado poeta popular

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