Rosa Branca

Lourenço e Lourival

Edward de Marchi Valsa Quando a luar da saudade Bater na janela do seu coração Tirando voce da sombra do orgulho Que some entre a luz da razão Voce verá seus encantos Em gotas de pranto caído no chão É o adeus mocidade Pra sua vaidade lhe acenando a mão. Que vale a flor sem orvalho Já murcha no galho sem mais salvação Sem doce mel e sem perfume Sem seus vaga-lumes lhe dando atenção. Você é a flor sem escolha Que em folha por folha a formiga dá fim E vai sentir rosa branca A mesma dor que arranca esta valsa de mim.

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