A Doce Canção De Caetana

Raimundo Fagner

Canta que canta a vida Luta a morte vivida Espaço, mente e corpo No tempo perdido em esforço Ao sentir que nada enfim valeu Chora, Caetana, a luta em lutar a lufa mal traçada E acaba encimada nas estrelas, nos lençois da madrugada Chora, Caetana... Ana, sacana Chora, Caetana O brilho das estrelas nos lençóis Mulher que me fez vibrar o ritmo do universo Em suas entranhas Chora, Caetana, a canção dos tristes Apesar das lutas incessantes A mulher homem bacante Passa a velejar a vela do destino Explorando no seu desatino O gozo das ninfetas lavadeiras em suas cantilenas matinais Chora, Caetana... Ana, sacana Canta, Caetana O brilho das estrelas nos lençóis Ao sentir que nada enfim valeu

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