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Homem do Rádio

Teodoro e Sampaio

logo cifrasCifras de Homem do Rádio
Quase se findando o século dezenove
O grande e saudoso e gênio Marcone
Soltou sua voz nas ondas do radio
Com um transmissor e um microfone
Levando a noticia pra o mundo afora
Assim começou a radio difusão
E se hoje canto tão apaixonado
É porque do radio sou um aliado
Minha voz é fruto dessa invenção

Por isso agradeço ao homem do radio
Que leva meu nome carinhosamente
Aos programadores que tem a vivencia
De sempre apontaram o sucesso da gente
Por que se não fosse esses locutores
E toda as rádios que lutam por nós
A inteligência do gênio Marcone
Jamais o Brasil ouviria a minha voz.

O homem do radio não mede esforço
De levar alegria pro home no lar
Narrando a noticia em meio as canções
Vinte e quatro horas ele está no ar.
Por isso agradeço ao home de imprensa
Pelo grandioso trabalho prestado
Deixamos aqui nossa humilde mensagem
Ao homem do radio vai nossa homenagem
A quem merece ter honra de estado.


preuss-letras

Reportar Letra Repetida | Corrigir? Letra enviada por preuss-letras em 8/19/2011

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Há muitos anos, aconteceu um show da dupla, em determinada cidade do interior de Minas Gerais. Naquela época, os shows sertanejos não tinham a mesma produção dos dias atuais. Tudo era feito na raça, e na garganta, principalmente. O palco da ocasião não passava de um tablado, com mais ou menos um metro de altura. Era ali que se apresentava a dupla, acompanhada pelos músicos. E foi exatamente com um deles que começou a confusão. O sanfoneiro, enquanto tocava, acabou perdendo um pivô (dente postiço), que já andava meio gasto. Teodoro, comovido com a situação do músico, anunciou ao povo que havia sido perdida uma peça da sanfona do rapaz, e que quem achasse a mesma, ganharia um prêmio. E completou, descrevendo o artefato: _ É uma pecinha branca, bem parecida com um dente! O povo, muito educado e solícito, de olho no prêmio, começou a procurar a tal pecinha, em baixo do tablado. Procura daqui, procura dali, uma cabeçada ou outra no tablado, e nada! E então surgiu um caboclo, saindo lá de baixo, com os braços levantados, segurando alguma coisa na mão: _ Achei! Achei! O povo se afastou, e aumentou a expectativa geral. O sujeito subiu no palco, entregando a suposta peça ao Teodoro, que olhou, olhou e logo percebeu que se tratava do dente de um animal, mais precisamente de um porco. Mesmo assim, ele não perdeu a pose e anunciou pro povo, com tom decidido: _ Obrigado, mas não é a que a gente procura, não. Vocês podem continuar procurando. É uma peça bem parecida com esta, só que um pouquinho me

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