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Mala Amarela

Teodoro e Sampaio

logo cifrasCifras de Mala Amarela
Era quatro e meia, passava um pouquinho
E um fosco clarinho rasgava o barjão
Era o trem noturno, que vinha apontando
E logo parando na velha estação
Meu corpo tremia, meus olhos molhados
O meu pai do lado e a mala no chão
Beijei o seu rosto e disse na hora
O mundo lá fora me espera paizão.

Entrei no vagão, corri pra janela
E a mala amarela do velho catei
O trem deu partida, soprou bruscamente
E ali novamente sua mão eu beijei
Um pouco pra adiante vi minha casinha
E a minha mãezinha de pé no portão
Ela não me viu e no trem na corrida
Ouvi as latidas do velho sultão

Um certo senhor da poltrona vizinha
Me dizia que vinha do paranazão
E disse também de um jeito cortez
É a primeira vez que deixo o sertão
Pedi seu conselho e ele me disse
Seu moço a velhice é dura demais
Eu sou bem mais velho e posso aconselhar
É duro ficar distante dos pais

Eu nunca esqueci o que o velho falou
O tempo passou e pra casa voltei
Quem fica distante jamais se conforma
Lá plataforma meus pais avistei
Desci comovido, abracei ele e ela
E mala amarela meu filho eu não vi
Meu pai acredite na fala de um homem
Pra não passar fome a mala eu vendi

Que pena, que pena, era minha lembrança
Que eu trouxe de herança do seu avô,
Mais deixa pra lá, eu vou esquecer,
A herança é você e você já voltou

preuss-letras

Reportar Letra Repetida | Corrigir? Letra enviada por preuss-letras em 8/19/2011

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Há muitos anos, aconteceu um show da dupla, em determinada cidade do interior de Minas Gerais. Naquela época, os shows sertanejos não tinham a mesma produção dos dias atuais. Tudo era feito na raça, e na garganta, principalmente. O palco da ocasião não passava de um tablado, com mais ou menos um metro de altura. Era ali que se apresentava a dupla, acompanhada pelos músicos. E foi exatamente com um deles que começou a confusão. O sanfoneiro, enquanto tocava, acabou perdendo um pivô (dente postiço), que já andava meio gasto. Teodoro, comovido com a situação do músico, anunciou ao povo que havia sido perdida uma peça da sanfona do rapaz, e que quem achasse a mesma, ganharia um prêmio. E completou, descrevendo o artefato: _ É uma pecinha branca, bem parecida com um dente! O povo, muito educado e solícito, de olho no prêmio, começou a procurar a tal pecinha, em baixo do tablado. Procura daqui, procura dali, uma cabeçada ou outra no tablado, e nada! E então surgiu um caboclo, saindo lá de baixo, com os braços levantados, segurando alguma coisa na mão: _ Achei! Achei! O povo se afastou, e aumentou a expectativa geral. O sujeito subiu no palco, entregando a suposta peça ao Teodoro, que olhou, olhou e logo percebeu que se tratava do dente de um animal, mais precisamente de um porco. Mesmo assim, ele não perdeu a pose e anunciou pro povo, com tom decidido: _ Obrigado, mas não é a que a gente procura, não. Vocês podem continuar procurando. É uma peça bem parecida com esta, só que um pouquinho me

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