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Navio Negreiro

Lailton Araújo

Navio apitou, me chamou Lá “pro” meio do mar é que eu vou Na balada do vento noroeste Arrepia os cabelos de Nanã Surrupia os encantos da sereia E mareia o terreiro de Iansã Uma bóia de luz acendeu Coração navegante da menina Eu vou no balanço do navio Mas eu vou cortejar Janaína Navio apitou, me chamou Lá “pro” meio do mar é que eu vou A cor é negra no melaço É branco o leite do menino Vermelho é o sangue do escravo Sem saber “onde” vai seu destino Africano, baiano, “saruabo” Cachimbo, fumaça no terreiro O amor “fluviando” nas marés “Êta”, nosso navio é negreiro Navio apitou, me chamou Lá “pro” meio do mar é que eu vou

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