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Pinto Preto

Vinte

Já é fim de semana, o ritual vai começar. Ele nem toma banho e já tá pensando no bar. 3 horas se arrumando pra depois rolar no chão. Só quer ficar pelado, sua vida é jobação. É o melhor amigo dos mendigos de porta de bar. Só ele vê geladeira pegando fogo no mar. Nunca lembra do que faz, e sempre passa mal. Vomita na mochila e depois diz que tá legal. Bebe até ficar no ponto e começa a zuar. Pega umas gorda sem dente que é pra poder bolinar. Mostra o pinto pra quem quiser ver. Pega mais um drink e não para de beber. Mais uma cerveja, bombeirinho, catuaba, Vodka com qualquer coisa, vinho ou maria-mole. Não me importa o que seja, quero goró na minha mesa. Diz aí adeíldo, só pode. Cachaça, tequila E na falta pode ser álcool zulu. Dizem que assim tô morrendo, pega nada eu tô bebendo. E a ressaca só chega amanhã.

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