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A Mulher do Sanfoneiro

Luiz Gonzaga

E a mulher do sanfoneiro Sabe quem é ela? É aquela da panela Do caldo que cheira Lá de baixo da jaqueira No fim do terreiro Onde ajunto biriteiro Que é um Deus dará! Se o cabra pede uma lapada No balaio tem Uma piaba, tripa assada No balaio tem Um tira-gosto de redém No balaio tem Mas não venha como coisa e outra Que eu não topo certas coisas E acaba o xeêm E o pau quebra E o pau quebra E o pau quebra Vai quebrar E o pau quebra E a polícia acaba o brega E o pau quebra O sanfoneiro não se entrega E o pau quebra Pica a mula, pica a jéga Chega, chega de chumbrega Que acabou-se o fuá

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