restaurar

Os Bacamarteiros

Luiz Gonzaga

Chegou São João É tempo de baque Do baque do bacamarte Que o bacarmateiro } bis Vê quantos guerreiros, granadeiros A riúna e a columbrina Aglutina o batalhão Cobrem-se de cor do infinito São vistosos, revoltosos Do começo da Nação Salvas nas ressalvas do passado Chega o cheiro da fumaça Descompassa o seu sofrer Dança e a descança na lembrança Do que foi a grande guerra Ao lutar no Paraguai Segure a arma, o bacamarte é esta arte De saber fazer um tiro De ilusão e tradição Bacarmateiro, eu quero o coiçe deste tiro Só assim eu sei que tiro Tanta dor do meu viver Um passo à frente que a mistura apura o grito Carrega o fogo, que tem fogo pra brincar Bacarmateiro, vê se acerta o meu destino Este tino em desatino } bis Sem calibre pra atirar

Todas as informações deste site são postadas inteiramente por seus usuários e seus dados podem conter erros. O Letras exime-se de qualquer responsabilidade sobre as informações publicadas. Entre em contato conosco caso haja interesse em editar ou excluir alguma informação.

É proibida a reprodução das músicas encontradas em nosso site em quaisquer outros meios, sendo permitida somente a visualização das mesmas (Lei 9610/98). Todas as letras de músicas em nosso site são divulgadas apenas para fins educacionais e são propriedade de seus autores. All lyrics in our website are provided for educational purposes only and they are property and copyright of their owners.