Quando me lembro do que o Senhor
Passou no calvário
E o inimigo vier me assolar,
Suporto toda mágua, crises e dores
E grito por ti, minha pedra angular
E sei que pronto estás a me ajudar
Tudo está sob o domínio das tuas mãos, Senhor.
E a ciência do homem para ti é em vão
Por amor a ti sofro perseguições,
Mas não me calarei,
Nem deixarei de falar do teu amor
Eu não abro mão de te adorar Senhor.
Meu remédio, minha cura,
Meu maior tesouro.
Que de ti recebi a promessa,
Até o resgate para tua glória.
Quando do teu trono tu olhas,
Aponta e diz: Esse eu conheço
Vejo por dentro a intenção e o pensamento.
Eis aí o que eu procurava.
Um povo que me clama, que me chama
Enfim, uma geração que me adora.
Rasgou o véu que me separava de ti
E me selou, me preparou
Para que eu fosse
Um verdadeiro adorador