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Curiosidades sobre Ana de Hollanda

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  • 2000 - ministrou um curso de quatro meses A Palavra e a Música, na Oficina da Palavra - Casa Mário de Andrade da Secretaria do Estado da Cultura - SP
  • 1994 - participa da leitura dramática da peça Morte e Vida Severina, de João Cabral de Mello Neto, dirigida por Silney Siqueira, dentro do projeto Aberto Para Balanço, no TUCA - SP
  • 1990 - Oficina de Técnica Vocal com o professor francês Robert Cohen, na Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe - Machurrucutu, CUBA
  • 2001 - ministra o curso O Cantor e a Segurança Interpretativa na Música Popular, na Oficina Cultural Oswald de Andrade, da Secretaria de Cultura do estado de São Paulo - SP
  • 1990 - Curso de Interpretação Teatral na Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe - Machurrucutu, CUBA
  • 2001 - grava pelo Selo JAM Music o CD Um Filme que sai em Agosto de 2001, promovendo shows de lançamento nas principais capitais e cidades brasileiras.
  • Se como intérprete Ana de Hollanda já havia impresso definitivamente seu estilo em nossa música popular – como diz o diretor artístico do CD, Marcus Vinícius de Andrade (CPC-UMES), a leveza da voz se torna mais forte diante da inteligência e sensibilidade da artista –, sua atuação como letrista comprova ainda mais a qualidade de seu trabalho, esse cada vez mais atraindo o interesse de outros intérpretes, como Simone Guimarães, que recentemente gravou Novo Amigo, parceria de Ana com Novelli, também presente em Só na Canção.
  • Em 1978 e 1970, Ana de Hollanda participou do Especial de Fim-de-Ano Chico Buarque, da TV Bandeirantes.
  • 1980 a 2001 - apresenta em shows nos seguintes países: Angola, Cuba e Uruguai e França.
  • 1999 - ministrou o curso de dois meses O Cantor e a Segurança Interpretativa na Música Popular, no SESC Ipiranga - SP
  • Dedicada aos trabalhos culturais, com importante atuação, a cantora Ana de Hollanda afastou-se dos palcos por um tempo, mas sem deixar de lado a verve que pulsa em sua criação: concomitantemente, passou a dar ampla atenção ao ofício de letrista (já experimentado no CD anterior), dedicandose então à composição de letras para canções de importantes parceiros. O resultado se encontra no novo lançamento da CPC-UMES, Só na Canção, cuidadoso trabalho no qual a cantora, desdobrada em uma letrista de primeira linha, centra-se nas composições de Novelli, Jards Macalé, Nivaldo Ornelas, Lucina, Helvius Vilela, Alexandre de la Peña e Cláudio Guimarães, consolidando um novo momento de sua carreira – a de cancionista, compositora atenta à delicadeza das canções nas quais a “poesia-letra” de Ana conflui e sobressai-se harmoniosamente com o as melodias de seus parceiros.
  • Ana de Hollanda fez, em 1990, uma Oficina de Técnica Vocal com o professor francês Robert Cohen, na Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe - Machurrucutu, CUBA. E ainda, o Curso de Interpretação Teatral na Escola Internacional de Teatro da América Latina e Caribe - Machurrucutu.
  • 1994 - indicada para o Prêmio APETESP-1993, como Atriz Revelação pela atuação na peça João e o Pé de Feijão - SP
  • 1999 - ministrou a oficina O Cantor e a Segurança Interpretativa na Música Popular, no SESC Vila Mariana - SP 1999 - ministrou cursos de dois meses para dois grupos O Cantor e a Segurança Interpretativa na Música Popular, no SESC Vila Mariana - SP
  • 1993 - participa como atriz e cantora da peça João e o Pé de Feijão, com direção de Neuza Maria Faro, no Auditório Augusta e no Teatro Ruth Escobar - SP
  • Em 1968, Ana de Hollanda faz a sua primeira gravação fonográfica, canção Dança das Rosas de Chico Maranhão, no LP III Festival Internacional da Canção Popular.
  • 1999 - deu aulas avulsas para dois grupos do curso de canto do CEM - SESC Consolação - SP
  • 1985 - fez a Direção Musical do curta-metragem Vianinha, dos diretores Gilmar Candeias e Jorge Achôa - SP
  • 1997 - grava no Song-Book de Chico Buarque a canção Lua Cheia, de Toquinho e Chico Buarque.
  • 1999 - ministrou a oficina O Cantor e a Segurança Interpretativa na Música Popular, na Universidade Livre de Música Tom Jobim - SP
  • 1982 - compôs e gravou para a campanha do candidato a Governador de Estado, Franco Montoro, o "dingle" Acorda Meu Povo! - SP
  • Em seu quarto álbum, Só na Canção (com arranjos de Helvius Vilela e direção musical e Helvius Vilela e Maurício Carrilho), a cantora e compositora atém-se a um árduo processo de criação, oferecendo-nos um conjunto de canções alinhadas conceitualmente num roteiro composto por 14 temas autorais – uma delas com música e letra de Ana, sem perder jamais o alinhamento estético ao qual se propõe: canções em sua autenticidade extrema, interpretadas pela compositora cuja inteligência musical se coloca a serviço de leituras delicadas e comedidas.
  • 1993 - participa como atriz e cantora da peça musical Nunca Te Vi, Sempre Te Amei, de Guto Maia, na Jornada Teatral - 1993 no Teatro SESC Anchieta, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e no Pícolo Teatro - SP
  • 1980 a 2001 - apresenta-se em shows nos seguintes estados brasileiros: São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Bahia, Maranhão, Pará, Amazonas, e Pernambuco.
  • 2000 - ministrou a oficina O Cantor e a Segurança Interpretativa na Música Popular, na Oficina Cultural Sérgio Buarque de Hollanda da Secretaria do Estado de Cultura, na Cidade de São Carlos - SP
  • 1968 a 2001 - participa de gravações como solista ou vocalista em discos de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Toquinho, Miucha, Fafá de Belém, Chico Buarque, Christina Buarque, Chico Maranhão, entre outros.
  • “Aproveitei as horas vagas para exercer minha musicalidade ao escutar melodias que grandes músicos e amigos me entregavam, e traduzir em palavras o que elas me sugeriam. Eu me dedicava a ouvi-las incansavelmente para assimilar cada melodia até me deixar levar pelas mais variadas imagens e sentidos: prazer, tristeza, solidão, saudade, humor, todos os seus enredos”, enfatiza a artista.
  • “Melodias que de leve nos acolherão”, verso de Choro por um Silêncio (letra e música de Ana), sentencia a tônica do disco, que atinge ápices de beleza em temas como Alegria de Ser (com Nivaldo Ornelas), Que me tira o juizo (com Helvius Vilela, esse ainda parceiro em Estrada da Vida, na qual embeleza a toada com sua voz), Canção pra Aninha e Balada (ambas com Jards Macalé, a segunda contando com as participações especialíssimas de Cristina Buarque, Píi e de Helvius Vilela), e a dilacerante Beija-flor, colibri (com Novelli), na qual a densidade poética da letrista nos remete, inevitavelmente, ao universo de poetas como Cecília Meireles e Mário Quintana. E isso, de fato, ocorre com a letra-poesia de Ana de Hollanda (ou com sua poesia-letra de canção) que, ao se “casar” com a música de seus parceiros, trazem à luz a canção brasileira propriamente dita, em sua verdade absoluta e transparente.
  • Ana de Hollanda estreou, em 1964, cantando em palcos no Teatro do Colégio Rio Branco, no show Primeira Audição, integrando o vocal Chico Buarque e As Quatro Mais - SP (o mesmo show foi reapresentado na TV Record).
  • De 1979 a 1996, Ana de Hollanda estudou técnica vocal e interpretação com a professora e fonoaudióloga Rosemarie Shock (SP).
  • 1980 e1981 - Curso de Formação de Atores no Teatro Vento Forte - SP

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Biografia

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Nascida em uma família ligada à música, estreou aos 16 anos cantando em um espetáculo musical no colégio. Irmã de Chico Buarque, Miúcha e Cristina Buarque, cantou em 1968 no III Festival Internacional da Canção Popular. Depois de participar de...

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