Recebeu 5 indicações ao Oscar de Melhor Atriz, por "A Princesa e o Plebeu" (1953), "Sabrina" (1954), "Uma Cruz à Beira do Abismo" (1959), "Bonequinha de Luxo" (1961) e "Um Clarão nas Trevas" (1967). Venceu por "A Princesa e o Plebeu".
No ano de 2000 foi lançado o filme The Audrey Hepburn Story, uma homenagem à Audrey que gerou críticas da mídia e de fãs, devido à escolha de Jennifer Love Hewitt para o papel principal.
Todos se lembram de quando Marilyn Monroe cantou parabéns a você para o presidente John F. Kennedy, em 1962. Mas poucos se lembram de que foi Hepburn quem cantou para ele em seu último aniversário, em 1963.
A diva da ópera Maria Callas adorava o visual de Hepburn e adotou-o para si mesma na década de 1950.
Nas décadas de 1980 e 1990, o seriado de televisão favorito de Audrey era L.A. Law.
O poema favorito de Audrey Hepburn era Unending Love, de Rabindranath Tagore.
Musa do estilista Givenchy, Audrey teve seus figurinos especialmente desenhados pelo estilista nos filmes: Sabrina (1954), Funny Face (1957), Love in the Afternoon (1957), Breakfast at Tiffany's (1961), Paris - When It Sizzles (1964), How to Steal a Million (1966), Charade (1963) e Love Among Thieves (1987).
Audrey fez uma promessa a si mesma de nunca exceder 103 pounds (46,5 kg). Exceto durante os períodos de gravidez, ela cumpriu.
Recebeu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas o Jean Hersholt Humanitarian Award, em 1993, por seu trabalho como embaixadora da Unicef. O prêmio foi entregue postumamente e recebido por seu filho, Sean Hepburn Ferrer.
Nascida Audrey Kathleen Ruston na capital belga, era a única filha de Joseph Anthony Ruston (um banqueiro anglo-irlandês) e Ella van Heemstra (uma baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses). Seu pai anexou o sobrenome Hepburn, e Audrey se...