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Curiosidades sobre Caetano Veloso

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  • Em 2003, lançou o primeiro DVD-áudio, Muito mais, que foi bônus da caixa Todo Caetano, lançada em fins do ano anterior (dezembro) em comemoração aos trinta e cinco anos de carreira (foi lançada originalmente em 1996, com trinta álbuns), e cujo repertório apresenta canções consagradas do artista escolhidas pelos fãs através da internet, rede mundial de computadores. Em 2007, a Universal Music lançou Quarenta Anos Caetanos, caixa dividida em quatro partes, contendo toda a discografia oficial, em comemoração aos quarenta anos de parceria entre Caetano e a gravadora.
  • Em 2002 publicou um livro sobre o movimento da Tropicália, Tropical Truth: A Story of Music and Revolution in Brazil (Tropicália: uma história de música e revolução no Brasil) e em 1997 redigiu o texto de Verdade Tropical (editora Companhia das Letras - 524 páginas), livro este onde relatou as lembranças do Tropicalismo e um relato pessoal sobre a visão de mundo, paralelamente ao lançamento do CD Livro, muito elogiado pela crítica especializada e indicado para o prêmio Grammy Latino em setembro de 2000, na categoria World Music (Música do Mundo). No repertório, a recriação de um trecho do poema O Navio Negreiro, do conterrâneo Castro Alves, algumas canções inéditas (Os passistas, Doideca, Você é minha, Livro, Um tom, Manhatã - dedicada a Lulu Santos -, Não enche, Alexandre e Pra ninguém), regravações de clássicos da MPB (Na baixa do sapateiro, de Ary Barroso) e de canções de sua autoria (Onde o Rio é mais baiano e Minha voz, minha vida, feita nos anos 80, mais precisamente em 1982, para Gal Costa gravar), e How beautiful could a being be, do filho Moreno.
  • 2012 Morreu na manhã desta terça-feira (25), aos 105 anos, Dona Canô, figura ilustre da Bahia e mãe dos cantores Caetano Veloso e Maria Bethânia e da poetisa Mabel Veloso.
  • Caetano, em maio de 2008 estreou o show "Obra em Progresso", onde canta canções de sua carreira, mas sobretudo canções inéditas. O show só foi apresentado na cidade do Rio de Janeiro, e acabou voltando no mês de agosto à mesma cidade. Entre as canções novas apresentadas ao público que lotou as noites nas casas Vivo Rio e Teatro Casa Grande, estão: Falso Leblon, Lobão tem Razão, Perdeu e Base de Guantanamo.
  • Caetano Veloso é irmão da cantora Maria Bethânia.
  • O "Sol", na música Alegria Alegria, era um jornal de esquerda que era vinculado na época da ditadura antes da repressão.
  • A musica "O Leãozinho", para quem achava que a canção foi feita para uma mulher, Caetano conta que foi para o contrabaixista Dadi, amigo que ele adora. "Ele é lindo e, nessa época ele era novinho, era lindíssimo. Ele é de Leão, assim como eu".
  • Na literatura possui 7 trabalhos: - Veloso, Caetano (1997). Alegria, Alegria.. Rio de Janeiro: Pedra Q Ronca. - Veloso, Caetano (1997). Verdade tropical.. São Paulo: Companhia das Letras. - Veloso, Caetano (2003). Tropical Truth: A Story of Music and Revolution in Brazil. New York City, New York: Alfred A. Knopf. - Veloso, Caetano (2003). Letra só.. Companhia das Letras. - Veloso, Caetano (2005). O mundo não é chato.. São Paulo: Companhia das Letras. - Morais Junior, Luís Carlos de (2004). Crisólogo. O estudante de poesia Caetano Veloso.. Rio de Janeiro: HP Comunicação. - Mei, Giancarlo (2004). Canto Latino: Origine, Evoluzione e Protagonisti della Musica Popolare del Brasile (em Italian). Stampa Alternativa-Nuovi Equilibri.
  • Em 2004, foi considerado um dos mais respeitados e produtivos pop stars latino-americanos no mundo, com mais de cinqüenta álbuns lançados, incluindo canções em trilhas sonoras de filmes de longa-metragem como Hable con ella, de Pedro Almodóvar; Frida, uma biografia da pintora mexicana; São Bernardo, de Leon Hirszman, com roteiro a partir do romance homônimo de Graciliano Ramos; o documentário Cinema Falado, relançado em 2003 em DVD, cujo título remete ao primeiro verso de um antigo samba de Noel Rosa; Lisbela e o Prisioneiro, de Guel Arraes; Tieta do Agreste, de Cacá Diegues, baseado no romance homônimo do escritor Jorge Amado; A dama do lotação, de Neville de Almeida, baseado no conto homônimo de Nelson Rodrigues; O Quatrilho, de Fábio Barreto; O coronel e o lobisomem; Orfeu; Proezas do Satanás na Terra do Leva-e-Traz, de Paulo Gil Soares; Ó Paí, Ó, de Monique Gardenberg, dentre outros.

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