Diones Campelo.
Nascido em Belém do Pará, no dia 22 de novembro (Dia do Músico), iniciou sua carreira nos meados da década de 80, mais precisamente por volta de 1986, estudou música no SAM (Serviço de Atividades Musicais da UFPA) onde foi aluno do Professor Altino Pimenta, fez curso de harmonia aplicada a música popular com o Professor e Produtor Musical Almir Chediak (RJ), desde muito cedo teve sempre as voltas por várias tendências musicais como Elvis Presley e The Beatles a Beto Guedes e Vitor Ramil, além da grande explosão do rock brasileiro dos anos oitenta.
Influenciado diretamente por seu avô Bernardino Campelo, um exímio violonista dos anos 30, 40 e 50, desenvolveu uma profunda identificação com o violão, apesar de tudo, nunca se considerou um violonista, mas sim, um cantor que se acompanha ao violão, com um repertório vasto e eclético pautado na musica popular brasileira e na musica pop mundial, começou a cantar nas noites de Belém do Pará.
Posteriormente fora convidado a cantar em inúmeras bandas de baile da época passando por várias delas inclusive pela banda “Revelação” do musico Ronaldo Bahia, que se tornou à célula embrionária da “Banda Nova”, integrou a Banda Energia junto com Jorge Marinho, Célio, João de Aquino, Mauricio Dillon, Nazaco e Edivaldo Padiola, fez parte do grupo vocal “Veia Norte” juntamente com Maurício Gringo, João Carlos Castro, Cléver Andrade e Ginja, onde costumeiramente um grande número de pessoas os assistia no Bar Teatro “Sabor de Ajuruteua” de propriedade do radialista paraense Tompsom Mota, fez parte também da “Banda Sollo’s”, banda Extremo Norte e do “Grupo Canto Livre”.
Em 1992 gravou seu primeiro trabalho no HG Digital Studio, contendo duas de suas obras que são: Fascínio (Diones Campelo/João Carlos) e Diabólica “Entre Mitos e Sonhos” (Léo Monteiro/ Diones Campelo) produzido pelo Guitarrista e Produtor Musical Helder Avelar, onde até hoje consta no playlist das emissoras de rádio, gravado praticamente ao vivo em oito canais analógicos.
Retomou sua carreira solo em 1999 fazendo uma longa temporada no Bar Teatro “L47” em Ananindeua-Pa, com o show “As Canções Que a Gente Quer Ouvir” acompanhado pelo percussionista Willard Moreira (in memorie). Como compositor, fez inúmeras parcerias com grandes talentos como: Otávio Léo Monteiro, Aluisio Lima, João de Aquino, Paulinho Talabiã, Carlos Fortaleza, Jocel Penafort, Márcio Farias entre outros.
Hoje além de cantor, compositor e instrumentista, Diones Campelo atua como produtor musical e engenheiro de gravação dos Estúdios Campellmusic Digital Fonográfica, prestando serviços também para outros artistas e por onde lançou independentemente o álbum “Entre Nós” com um repertório pop de baladas românticas arranjos modernos e extremamente elaborados, incluindo duas regravações em inglês que marcaram o final dos anos 70 e início dos anos 80 que são as canções: “Coversation” de Morris Albert e “Pigeon Without a Dove” adaptação de Patrick Dimon para a protofonia “O Guarani” do Maestro Antônio Carlos Gomes, cedida pessoal e gentilmente pelo próprio Patrick Dimon em uma de suas passagens por Belém após assistir uma indubitável apresentação de Diones Campelo no Equatorial Hotel, e onde nesta releitura fonográfica nosso artista mostra toda sua experiência de intérprete adquirida ao longo de sua carreira cantando na noite.
Portanto, com uma considerável bagagem musical, Diones Campelo segue sua trajetória sem largar mão de seus princípios, porém mostrando toda a versatilidade que lhe é peculiar.