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do Céu

Djambê

Marinheiro velho já dizia:
"Moleque, preste atenção!
Nos caminhos tortos dessa vida,
Respeite a imensidão!
Nunca deixe de dizer que ama
E sempre diga a verdade,
Se não merece, não hà culpa ou fama.
Essa é a sua integridade."

Ele não mereceu,

Ele sabe que nunca chorou,
Pois um anjo não deve nunca chorar,
Ele sabe que nunca gritou,
Sua voz sufocada quase sem ar.
Ele sabe que nunca voou,
Pois suas asas ele jogou ao mar.

No precipício dessa solidão (No precipício dessa solidão)
Ele se arrependeu e vai subir ao céu,
Ele vai voltar pro céu e vai descansar.

Ele vai nascer, ele vai nascer, ele vai morrer.

Quem sabe ver outro dia nascer,
Quem sabe ver outra lua surgir,
Ou no universo desaparecer.






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