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Samba-Enredo 1961 - Leilão de Escravos

G.R.E.S. Unidos da Tijuca (RJ)

Quem dá mais, quem dá mais (bis)
Negro é forte, rapaz
Era assim
Apregoado em leilão (bis)
O negro que era trazido para a escravidão

Ao senhor era entregue
Para qualquer obrigação
Trabalhava no engenho da cana
Plantava café e colhia algodão
Enquanto isso
Na casa grande, o feitor
Ouvia as ordens
De um ambicioso senhor

Ôôôô
Tenha pena de mim, meu senhor (bis)
Tenha por favor

E o negro trabalhava
De janeiro a janeiro
O chicote estalava
Deixando a marca do cativeiro

E na senzala
O contraste se fazia
Enquanto o negro apanhava
A mãe preta embalava
O filho branco do senhor que adomercia


Ôôôô
Tenha pena de mim, meu senhor (bis)
Tenha por favor






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