Em 1958, gravou seu primeiro LP, que incluiu uma música de sua autoria, o samba canção "Oferta".
Ingressou na Faculdade de Direito, onde organizou um grupo de teatro e música, que revelou, entre outros, Geraldo Vandré e Silvinha Telles.
No mesmo ano, gravou o fox "Tarde demais para esquecer", de H. Adamson, McCarey, Chandler e Warren, com versão de Alberto Ribeiro, os sambas canção "Se alguém telefonar", de Alcyr Pires Vermelho e Jair Amorim, "Só louco", de Dorival Caymmi e o samba "Viva o meu samba", de Billy Blanco.
Dirigiu a SOCINPRO, empresa carioca que administra e protege os direitos autorais de músicos e compositores. Também apresentou um programa de rádio, o Eles Têm Historia para Contar, na Rádio Roquette Pinto do Rio de Janeiro.
Em 1947, foi classificado em 1º lugar no programa de calouros "Papel carbono", apresentado por Renato Murce na Rádio Nacional (RJ).
Em 1959, gravou "Cantiga de enganar tristeza", de Ary Barroso e Tiago de Melo e "Prenúncio", de Marino Pinto e Vadico. No mesmo ano, gravou os sambas "Garotas", de Billy Blanco e "Recado", de Djalma Ferreira e Luiz Antônio e o samba canção "A noite do meu bem", de Dolores Duran.
Do seu casamento com a jornalista e produtora Maria D'Ajuda, nasceram dois filhos.
Carlos José (Carlos José Ramos dos Santos), cantor e compositor, nasceu em São Paulo/SP em 22/9/1934. Filho de um funcionário público e irmão do violonista Luís Cláudio Ramos, em 1939 transferiu-se com a família para o Rio de Janeiro RJ,...