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Bolero (Ninguém Morre de Amor)

Joanna

Só eu e mais ninguém
Pode querer-te assim
Porque plantaste em mim
A dor de uma ilusão
No meu coração não há mais vaga
É uma pensão toda ocupada
Ninguém morre de amor
Por isso eu não morri
Eu cultivei a dor
Porque me distraí
Como uma planta num vaso
Que cresce sem ser aguada
Lágrimas dos meus olhos rolaram
E a raiz foi a cicatriz que me fez
Tão infeliz

Composição: Antonio Otavio Ribeiro de Freitas





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