O cantor Carlos José lançou pela Polydor, em 1958, o samba "Aula de matemática", de Marino Pinto em parceria com Tom Jobim.
O compositor Marino Pinto, que sempre teve admiração pelo Presidente Getúlio Vargas, compôs em 1950 com Haroldo Lobo para o carnaval do ano seguinte a marcha "O retrato do velho", gravada com enorme sucesso por Francisco Alves, na Odeon.
Em 1952, Marino Pinto desenvolveu parceria com Manezinho Araújo com quem compôs os sambas: "Rua de valentão", lançado por Linda Batista e "Por essa mulher", gravado por Gilberto Milfont e a marcha
"Pula, caminha...", gravada pelos Quatro Ases e Um Coringa.
Marino iniciou sua carreira de compositor em 1938, a princípio apenas como letrista. Nesse mesmo ano, sua composição "Fale mal...mas fale de mim", em parceria com Ataulfo Alves, foi gravada com sucesso por Aracy de Almeida.
Diogo Feliciano Pinto, pai do compositor Marino Pinto,
era violonista e cantor amador.
Em 1950, Marino Pinto compôs com letra de Mário Rossi o bolero "Que será?", grande sucesso que correu o Brasil na voz de Dalva de Oliveira. A música veio abastecer o repertório da cantora, na época envolvida em sua polêmica separação do compositor Herivelto Martins.
Em 1942, Marino Pinto compôs um dos seus grandes sucessos, o samba "Aos pés da cruz", em parceria com Zé da Zilda. Último grande sucesso de Orlando Silva na Victor, o samba já era conhecido meses antes de sua gravação, quando o cantor o lançou em programas radiofônicos, numa excursão ao Norte e Nordeste.
Em 1950, o samba "Segredo", de Marino Pinto em parceria com Herivelto Martins, foi sucesso na voz de Dalva de Oliveira. De estilo dramático-sentimental,"Segredo" tornou-se um dos maiores sucessos daquele ano, sendo Marino o autor da segunda parte, feita a pedido de Dalva de Oliveira. A música acabou por integrar a polêmica musical Dalva e Herivelto.
1946 - Teve outra parceria com Herivelto Martins gravada, o samba "Tormento", pelos Vocalistas Tropicais na Odeon. Também em 1948, obteve outro sucesso com Herivelto Martins com o samba "Cabelos brancos" gravado pelo grupo Quatro Ases e Um Coringa na Odeon, lançado para o carnaval de 1949, acabou por se consagrar como um clássico de meio-de-ano. Foi regravado por outros intérpretes dentre os quais Nélson Gonçalves e Sílvio Caldas. Em 1949, três de suas composições foram gravadas por Dircinha Batista na Odeon, o bolero "Fica comigo", com Mário Rossi e os sambas "Minha saudade", com Pernambuco e "Café requentado", com Mário Rossi. Nesse ano, os Vocalistas Tropicais gravaram o samba "Ilha dos amores", com Valdemar Silva e Gilberto Milfont o samba "Capricho inútil", com Mário Rossi.
Marino Pinto começou a aprender a ler e escrever com sua tia Irene aos três anos de idade, e aos seis entrou para a Escola Pública de Bom Jardim, onde concluiu o curso primário.
Filho do violonista e cantor amador Diogo Feliciano Pinto e de Maria Madureira Pinto. Teve quatro irmãos. Começou a aprender a ler e escrever com sua tia Irene aos três anos de idade, e aos seis entrou para a Escola...