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Calma

Marisa Monte

Calma, que eu já tô pensando no futuro
Que eu já tô driblando a madrugada
Não é tudo isso, é quase nada
Tempestade em copo d'água

Eu não tenho medo do escuro
Sei que logo vem a alvorada
Deixa a luz do Sol bater na estrada
Ilumina o asfalto negro
Ilumina o asfalto negro

Não faz assim
Não diga que não gosta de mim
Não diga que não vai me notar
No pé do bar em qualquer lugar

Não venha me dizer que não dá
Não quero ver você se perder
Não diga que não vai me mudar
Não diga que é difícil demais

Calma, que eu já tô pensando no futuro
Que eu já tô driblando a madrugada
Não é tudo isso, é quase nada
Tempestade em copo d'água

Eu não tenho medo do escuro
Sei que logo vem a alvorada
Deixa a luz do Sol bater na estrada
Ilumina o asfalto negro
Ilumina o asfalto negro

Não faz assim
Não diga que não gosta de mim
Não diga que não vai me notar
No pé do bar em qualquer lugar

Não venha me dizer que não deu
Não diga que não vai me esquecer
Não diga que não sabe explicar
Eu juro que não dá pra entender

Calma, calma, calma, calma
Calma, calma, calma, calma
Ilumina o asfalto negro
Ilumina o asfalto negro

Calma!

Composição: Francisco Buarque de Freitas/Marisa de Azevedo Monte





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