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Bala De Prata - Fernando E Sorocaba

Revelação (novela)

Criminosa
Não posso olhar dentro do seu olhar,
Bala de Prata acerta pra matar.
Virei seu refém e não quero escapar.
Bandida
Você atirou em minha direção,
E acertou no meu coração.
Minha vida ficou na palma de suas mãos.

Hoje cedo acordei mas sei lá uma coisa diferente em
mim
O meu corpo arranhado, suado, uma história sem começo
e fim
Ela entrou no meio da noite, tem a chave do meu
coração
de repente soltou seus cabelos me entreguei sem ter
reação.

Estou vivendo na cela da paixão eu fui condenado
pelo amor
Ela é perigo e abrigo uma mistura de querer e dor
Ela é um pouco do fogo e do gelo, ela é sol é chuva de
verão
O seu charme me fez prisioneiro invadiu de vez meu
coração

Composição: -





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