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De Repente de Lá Pra Cá e Dirrepente de Cá Pra Lá

André da Mata

Há quem diga: Peregrino
Mas o certo é que o destino é liberdade
Meu caminho naveguei (naveguei)
No oceano da saudade
O meu sonho em Pernambuco aportou
Nessa terra gente doce me abraçou
Um novo lar pra viver
Trabalhar, ver meu filho crescer
Longe da inquisição
Que voltou dizendo não
Vi meu povo padecer

(Minha gente)
Eita, gente arretada, não se cansa de lutar
Pega na enxada, marca o seu lugar
Eita gente arretada vai seguir a sua fé
Pra ganhar um novo mundo no balanço da maré
Meu peito chora, vai, meu irmão
Os nossos ventos sopram outra direção

Levo na bagagem esperança
E sigo um norte para a sorte me encontrar
Nesse mar tem cobrança
A minha prata até pirata quer levar
Mas quando o tempo se abriu
Noviorque sorriu, se rebatizou
Ficou a mensagem
Gravada na imagem
No chão que o inglês conquistou
Valeu a pena esse poema eternizar
A paz liberta, é voz a cantar
A minha bandeira é chama altaneira
E jamais se apagará

Corri pra ver, pra ver quem era
Eu nem preciso falar
No ninho da águia
Na rua de um sabiá
Meu coração foi morar

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