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Sei De Um Rio

Sabe de un río

Sei de um rio… Sei de um rio… Conozco a un río ... Sei de um rio Sei de um rio Conozco a un río Em que as únicas estrelas Em que as únicas estrelas Donde las únicas estrellas Nele, sempre debruçadas Nele, sempre debruçadas No siempre se inclinó São as luzes da cidade São as luzes da cidade Son las luces de la ciudad Sei de um rio… Sei de um rio… Conozco a un río ... Sei de um rio Sei de um rio Conozco a un río Rio onde a própria mentira Rio onde a própria mentira Río, donde la propia mentira Tem o sabor da verdade Tem o sabor da verdade Tiene el sabor de la verdad Sei de um rio Sei de um rio Conozco a un río Meu amor, dá-me os teus lábios! Meu amor, dá-me os teus lábios! Mi amor, dame tus labios! Dá-me os lábios desse rio Dá-me os lábios desse rio Dame tus labios ese río Que nasceu na minha sede! Que nasceu na minha sede! Que nació en mi asiento! Mas o sonho continua… Mas o sonho continua… Pero el sueño continúa ... E a minha boca (até quando?) E a minha boca (até quando?) Y mi boca (¿hasta cuándo?) Ao separar-se da tua Ao separar-se da tua Después de la separación de su Vai repetindo e lembrando Vai repetindo e lembrando Se repite y recordar “– Sei de um rio… “– Sei de um rio… "- Yo sé de un río ... Sei de um rio…” Sei de um rio…” Conozco a un río ... " Sei de um rio… Sei de um rio… Conozco a un río ... Ai! Ai! ¡Ay! Até quando? Até quando? ¿Hasta cuándo?

Composição: Alain Oulman





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