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Curiosidades sobre Emílio Santiago

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  • Em 2000, apresentou-se no Garden Hall com o show "Dando uma geral", em comemoração aos 28 anos de sua carreira artística.
  • Em 1970, Emilio Santiago estreou como cantor num festival da Faculdade Nacional de Direito, onde era aluno do curso de direito Estavam entre os jurados nomes como Marlene, Beth Carvalho e Marcos Valle. Foi escolhido o melhor intérprete, e duas das três canções que apresentou ficaram com o 2º e o 3º lugares.
  • Agnaldo Timóteo se emocionou ao se despedir de Emílio Santiago, durante o velório do cantor que acontece na Câmara dos Vereadores, no centro do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (21). "O último título de Cidadão Paulistano que eu entreguei, quando era vereador, foi para o Emílio. Nós tínhamos uma intimidade grande. Conversávamos sobre tudo. Era uma amizade linda, de 47 anos em que convivemos lado a lado. Além de talentoso o Emílio era diplomático, elegante com as pessoas, elegante no falar, elegante no sorrir, elegante nas atitudes. Ele era elegante com a vida", ressaltou Aguinaldo, muito emocionado.
  • Seu último disco saiu em 2012, uma versão ao vivo de "Só danço samba", de 2010 – que, por sua vez, foi o primeiro trabalho do selo Santiago Music. O álbum é uma homenagem ao "rei dos bailes" Ed Lincoln, trazendo canções que fizeram sucesso nos clubes do Rio de Janeiro nos anos 60, além de músicas atuais de artistas como Mart'nália, Jorge Aragão e Dona Ivone Lara. Ao todo, sua discografia conta com 30 álbuns e 4 DVDs.
  • 2009 - O álbum “Feito para ouvir”, de 1977, foi relançado em CD pela Dubas Música.
  • Lançou, em 2007, o CD “De um jeito diferente”, voltado para a bossa nova e o samba jazz, com banda formada por Ricardo Silveira (guitarra), também produtor musical do disco, Jorge Helder (baixo), Paulo Braga (bateria). Paulo Calasans (piano e teclados) e Armando Marçal (percussão). Constam do repertório as seguintes canções: “Um dia desses” (João Donato e Carlinhos Brown) e a faixa-título (João Donato e Lysias Ênio), ambas com participação de Donato ao piano; “Água de coco” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), “Disfarça e vem” (Marcos Valle e Ronaldo Bastos), “Valeu” (Marcos Valle e Joyce) e a inédita “Até o fim”, primeira parceria de Marcos Valle e Carlos Lyra, as quatro canções contando com a participação de Marcos Valle tocando piano ou Fender Rhodes; “Não me Balança Mais” (Mart’nália e Viviana Mosé), “Contradição” (Mart’nália e Viviana Mosé) e “Calma” (Mart’nália e Arthur Maia); “Olhos negros” (Johnny Alf e Ronaldo Bastos), em dueto com Nana Caymmi; e ainda “E era Copacabana” (Carlos Lyra e Joyce), “Dindi” (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), “Moça flor” (Durval Ferreira e Lula Freire), “Desilusión” (Rosa Passos e Santiago Auseron) e “My Foolish Heart” (N.Washington e V.Young).
  • Emílio Santiago nasceu em 1946 na cidade do Rio. Formou-se em Direito pela Faculdade Nacional de Direito, mas a paixão pela música fez com que ele iniciasse sua carreira participando de diversos festivais de música, sendo vencedor de muitos deles. "Transas de amor", seu primeiro compacto, saiu em 1973. A estreia em um álbum cheio aconteceu dois anos mais tarde. Autointitulado, o trabalho trazia interpretações de canções de nomes como Ivan Lins, Gilberto Gil, Nelson Cavaquinho e Jorge Ben.
  • Em 2011, foi contemplado com o Prêmio da Música Popular Brasileira, na categoria Melhor Cantor/MPB, pelo CD “Só danço samba”. Nesse mesmo ano, lançou o DVD/CD "Só danço samba – ao vivo", registro da turnê de lançamento do disco “Só danço samba”. O repertório conta com as músicas do CD gravado em estúdio, além de outros sucessos de sua carreira.
  • Em 2008, participou do espetáculo "Bossa nova 50 anos", realizado na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Também no elenco, Roberto Menescal, Oscar Castro Neves, Wanda Sá, Leila Pinheiro, Carlos Lyra, Zimbo Trio, Leny Andrade, Fernanda Takai, Maria Rita, João Donato, Joyce, Marcos Valle e Patrícia Alvi, Bossacucanova e Cris Delanno. O show, em comemoração aos 50 anos da bossa nova, e também celebrando o aniversário da cidade do Rio de Janeiro, teve concepção e direção de Solange Kafuri, direção musical de Roberto Menescal e Oscar Castro Neves, pesquisa e textos de Heloisa Tapajós, e apresentação de Miele e Thalma de Freitas.
  • 2010 - Nesse mesmo ano, apresentou-se no Canecão (RJ), em show de lançamento do disco, com direção geral de Túlio Feliciano, direção musical de Julinho Teixeira e iluminação de Aurélio di Simoni, tendo a seu lado os músicos Adriano Souza (teclado), Clebson Santos (teclados) Alex Rocha (baixo), Humberto Mirabelli (violão e guitarra), Xande Figueiredo (bateria), Zé Arimatéia (trompete e flugelhorn) e Jacaré (percussão).
  • Em 1997, a convite do príncipe Albert, embarcou para Mônaco e participou das festividades dos 700 anos do principado. Ainda nesse ano, apresentou-se no Gusman Center de Miami.
  • No início de 2013, apresentou-se no Teatro Net Rio (RJ), com o show “Só danço samba”, vindo a falecer no dia 20 de março desse mesmo ano.
  • Em parceria com João Donato, lançou, em 2003, o CD "Emílio Santiago encontra João Donato", contemplado, no ano seguinte, com o Prêmio Tim.
  • Em 2010, lançou o CD “Só danço samba”, inaugurando seu selo discográfico, Santiago Music. O disco homenageia Ed Lincoln, com quem atuou no início de sua carreira. No repertório, canções interpretadas pelo organista: composições do próprio Ed Lincoln, como “Deix’isso pra lá” (c/ Luiz Paulo Abrahão), e de cantores e músicos que trabalharam com ele, como Orlandivo, Durval Ferreira e Silvio César, sucessos da época gravados em seus discos, como “Só danço samba”, “Influência do Jazz” (Carlos Lyra) e “Samba de verão” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), e ainda canções contemporâneas, como “Chega”, de Mart’nália e Mombaça, buscando reproduzir a sonoridade do “sambalanço”. O disco foi produzido por José Milton, com direção artística do próprio cantor. A seu lado, os músicos Julinho Teixeira (arranjos, piano e órgão), José Carlos (violão e guitarra), Jorjão Barreto (arranjos e piano), Dirceu Leite (saxofone e flauta), Jamil Joanes (baixo), Paulo Braga (bateria) e Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn)
  • Vencedor de diversos festivais de música, Emílio iniciou a carreira na década de 70 e gravou grandes sucessos como "Saygon", "Lembra de mim" e "Verdade chinesa". O último disco do cantor foi "Só danço samba (ao vivo)", lançado em 2012, junto com um DVD.
  • 1996 - lancou o CD "Emílio Santiago", que esteve por semanas nas paradas de sucesso e pelo qual recebeu mais um Disco de Ouro e outro Disco de Platina, perfazendo um total de nove Discos de Ouro e sete de Discos de Platina.
  • Em 1995, realizou um trabalho dedicado ao cantor e compositor Dick Farney, o CD "Perdido de amor", com arranjos de César Camargo Mariano. O disco e o show foram sucessos de crítica e público.
  • Em 1998, a convite da Embratur, viajou para Lisboa, como atração da Festa do Feijão Amigo. Lançou o CD "Preciso dizer que te amo", contemplado com mais um Disco de Ouro.
  • Em entrevista ao jornal Extra, o suposto herdeiro diz que os filhos estão sendo zombados na escola por causa da indefinição e que ele aguarda ansiosamente pelo exame de DNA. Ainda à publicação, Aleksander diz que a demora da comprovação sanguínea ocorre por conta de uma interferência de um suposto companheiro de Emílio. O professor Márcio Tadeu entrou com processo para ter direito à herança do artista, o que gerou um conflito entre Márcio e Aleksander.
  • Aleksander Nunes entrou na Justiça para comprovar que é filho de Emílio. Aos 34 anos, Aleksander que provar que é herdeiro e dar a chance dos filhos de dizer que são netos de Emílio Santiago.
  • Em 2001, lançou o CD "Sorriso nos lábios", contendo obras de Gonzaguinha, como "E vamos à luta", "Grito de alerta", "Comportamento geral" e "Não dá mais pra segurar (explode coração)", entre outras.
  • Em 2012, foi contemplado com o Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum de Samba/Pagode, pelo CD “Só danço samba – ao vivo”, dividindo a premiação com a cantora Beth Carvalho.
  • Lançou, também em 1997, o CD "Emílio Santiago", sendo agraciado com mais um Disco de Ouro, aumentando sua coleção para 10 Discos de Ouro e sete Discos de Platina.
  • 2004 - Apresentou-se ao lado de João Donato no Bar do Tom (RJ), com o show "Emílio Santiago e João Dontato".
  • Conhecido pelo tom de voz ao mesmo tempo grave e suave, o cantor apresentou diferentes gêneros durante sua carreira, mas esteve especialmente voltado para a música romântica, a MPB e o samba. Em 1988, lançou "Aquarela brasileira", o primeiro disco da série criada por Roberto Menescal e Heleno Oliveira. O álbum trouxe a releitura de 20 clássicos da música brasileira, como "Sampa" (Caetano Veloso), "Anos dourados" (Chico Buarque e Tom Jobim) e "Eu sei que vou te amar" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes).
  • 2000 - Nesse mesmo ano, gravou o CD "Bossa nova", contendo as canções "Corcovado" (Tom Jobim), "Você e eu" (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes), "Insensatez" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), "Doce viver" (Dé, Nelson Motta e Marcos Valle), "Rio" (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli), "Manhã de carnaval" (Antônio Maria e Luiz Bonfá), "A felicidade" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), "Bateu pra trás" (Lysias Ênio e João Donato), "Faixa de cetim" (Ary Barroso), "Canto de Ossanha" (Baden Powell e Vinicius de Moraes), "A volta" (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli), "Naquela estação (Leila L)" (Caetano Veloso, João Donato e Ronaldo Bastos), "Aula de matemática" (Marino Pinto e Tom Jobim), "Chuva" (Pedro Camargo e Durval Ferreira) e "Garota de Ipanema" (Tom Jobim e Vinicius de Moraes).
  • Em 2005, lançou o CD e o DVD "O melhor das Aquarelas - Ao vivo", gravado no Canecão (RJ).
  • 2008 - Nesse mesmo ano, foi contemplado com o Prêmio Tim de Música, nas categorias Melhor Cantor/MPB e Melhor Disco/MPB, pelo CD “De um jeito diferente”.
  • Suposto viúvo de Emílio Santiago pede pensão na Justiça Emílio morreu em 20 de março de 2013, depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e, desde então, Márcio Tadeu tem se ocupado do processo para que seu relacionamento (que não chegou a ser formalizado) seja considerado perante a Justiça como uma união estável. Não se sabe ainda o valor da herança deixada por Emílio Santiago, mas o cantor era dono de imóveis em alguns estados brasileiros e um apartamento em Nova York, nos Estados Unidos, além de carros e joias.
  • Supostos filho e companheiro de Emílio Santiago brigam por herança, diz jornal Aleksander Nunes ainda não fez o DNA para comprovar que é herdeiro do cantor
  • A série "Aquarela brasileira", responsável por aumentar consideravelmente sua popularidade no país, teve mais seis volumes, o último deles lançado em 1995. Um de seus mais importantes trabalhos, "Feito para ouvir", de 1977, foi reeditado pela Dubas Musica em 2009. Outro relançamento em sua carreira aconteceu em 1989 com "Brasileiríssimas", seu segundo disco, originalmente de 1976. Entre seus maiores sucessos estão "Saigon", "Verdade chinesa", "Lembra de mim", "Vai e vem", "Tudo que se quer" e "Flor de lis".
  • Em 1999, lançou, no mercado português, uma coletânea de seus maiores sucessos nesse país, sob o título de "Paixões do Brasil". Fez, ainda, duas apresentações no Cassino de Póvoa, como atração principal do carnaval em Póvoa de Varzim (Portugal). Realizou, também nesse ano, quatro apresentações em Luanda (África), contando em uma delas com a presença do presidente José Eduardo dos Santos e da primeira-dama Ana Paula.
  • Em 1988, assinou contrato com a gravadora Som Livre, e investiu, por sugestão de Roberto Menescal, no projeto "Aquarelas brasileiras", série de sete LPs gravados entre 1988 e 1994, registrando clássicos da MPB, com um saldo de mais de três milhões de discos vendidos. Com "Aquarelas brasileiras", alcançou projeção nacional e internacional e recebeu diversos prêmios: seis Discos de Platina, oito Discos de Ouro, dois Prêmios Sharp (Melhor intérprete, em 1990, e Melhor Show, em 1991), uma temporada em Nova York com crítica receptiva no The New York Times e uma temporada em Los Angeles com elogios no El Mercurio.
  • Em 2010, lançou o CD “Só danço samba”, inaugurando seu selo discográfico, Santiago Music. O disco homenageia Ed Lincoln, com quem atuou no início de sua carreira. No repertório, canções interpretadas pelo organista: composições do próprio Ed Lincoln, como “Deix’isso pra lá” (c/ Luiz Paulo Abrahão), e de cantores e músicos que trabalharam com ele, como Orlandivo, Durval Ferreira e Silvio César, sucessos da época gravados em seus discos, como “Só danço samba”, “Influência do Jazz” (Carlos Lyra) e “Samba de verão” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), e ainda canções contemporâneas, como “Chega”, de Mart’nália e Mombaça, buscando reproduzir a sonoridade do “sambalanço”. O disco foi produzido por José Milton, com direção artística do próprio cantor. A seu lado, os músicos Julinho Teixeira (arranjos, piano e órgão), José Carlos (violão e guitarra), Jorjão Barreto (arranjos e piano), Dirceu Leite (saxofone e flauta), Jamil Joanes (baixo), Paulo Braga (bateria) e Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn)
  • 20/03/2013 - O cantor Emílio Santiago, de 66 anos, morreu às 6h30m desta quarta-feira. Ele estava internado desde o dia 7 no hospital Samaritano, após ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico. O velório começou às 12h, na Câmara dos Vereadores, no centro da cidade, e o enterro está marcado para as 11h de de quinta-feira, no cemitério Memorial do Carmo, no Caju.

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