Sei que ando carente
Um pouco descrente talvez, e,
Também nem mais sei o que sei
Sabe amigo do peito
Não vejo efeito nas coisas
Nas coisas em modo geral
Não por mal, sem açúcar nem sal
Mas é como você me falou:
Saiba!
Tudo é um verso de amor
Talvez sejamos o próprio poema
Que não se interpretou.
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Ninguém é de ninguém
As idéias não são sempre as mesmas
Nem sempre rima tem.
Eu só espero um futuro promissor
Não quero muito
Quero apenas saber quem eu sou.