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Caminhoneiro Louco

Velho Milongueiro

Alo, alo caminhoneiro do progresso da nação
Que leva minha cantiga dentro do seu caminhão
Por vocês caminhoneiro sempre rezo quanto deito
Para que vocês não façam aquilo que eu não aceito

Caminhoneiro não dirija que nem louco
Não cruze em cima de mim, deixa eu viver mais um pouco.

Eu voltava de viagem com saudade da família
E um caminhão me apertou na serra de Farroupilha
Demoliu meu automóvel, quase me matou na hora
Não morri graças a Deus que me tirou porta a fora.

Sei que algum caminhoneiro vai me chamar de nojento
Mas o meu verso é real nosso transito é violento
Dirijam com mais cuidado eu lhes peço por favor
Neste carro mais pequeno viaja seu cantador.

Composição: Arlindo Silva dos Santos/Iara de Fatima da Silva dos Santos





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