restaurar

Antigamente

Abadá Capoeira

Eu dei, eu dei, eu dei, eu dei Eu dei um nó no rami do berimbau Eu dei, eu dei, eu dei, eu dei Eu dei um nó no rami do berimbau Que eu sou do tempo que dobrão era dinheiro E com uma pedra se tocava um berimbau E a alegria do negro acorrentado Era só a capoeira depois do canavial Eu dei, eu dei, eu dei, eu dei Eu dei um nó no rami do berimbau Mudaram mesmo até o nome dos santos Pra esconder a verdade do senhor Corpo fechado era chamado feitiço Diziam pára com isso, que aí lá vem o feitor Eu dei, eu dei, eu dei, eu dei Eu dei um nó no rami do berimbau Ainda me lembro quando alguém tava doente Não tinha médico, só um velho rezador Ia pro mato, trazia raiz-de-pau O doente levantava sem precisar de doutor Eu dei, eu dei, eu dei, eu dei Eu dei um nó no rami do berimbau Já não se faz mais como antigamente Houve a quebra das correntes, Mas de pouco adiantou Pois foi Zumbi, no Quilombo dos Palmares Grande a sua valentia, que o seu povo libertou Eu dei, eu dei, eu dei, eu dei Eu dei um nó no rami do berimbau

Todas as informações deste site são postadas inteiramente por seus usuários e seus dados podem conter erros. O Letras exime-se de qualquer responsabilidade sobre as informações publicadas. Entre em contato conosco caso haja interesse em editar ou excluir alguma informação.

É proibida a reprodução das músicas encontradas em nosso site em quaisquer outros meios, sendo permitida somente a visualização das mesmas (Lei 9610/98). Todas as letras de músicas em nosso site são divulgadas apenas para fins educacionais e são propriedade de seus autores. All lyrics in our website are provided for educational purposes only and they are property and copyright of their owners.