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Letra - Estrada do Sertão

Pena Branca e Xavantinho

Coisa que não arrenego Nem tão pouco desapega Ter gostado de você Foi gostar desenchavido Encruado e recolhido De ninguém se aperceber Matutando vou na estrada Nos meus óio a passarada Faz um ninho pra você Juriti espreita triste E a jandaia não resiste Chora junto por você Nos teus óio faz clarão E é um verde, um azulão Tiê sangue furta cor Que me dá desassossego Que me suga que nem morcego, Mangando que é beija-flor Não me encrespe a vida assim Já me basta o que de mim essa vida caçoou Não me faz essa graçola De me abrir essa gaiola Pra depois não me prender. Canta firme juriti E vê se entoa uma canção Sabiá me roça aqui Ô Sabia... Bem junto do meu coração Pousa aqui meu colibri... Vê se tu tem pena d´eu Quero ser teu bacuri... Quero ser de vós meçê Quanto mais se desfeiteia, Me despreza, mais me arrasto pra você...

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