restaurar

Este chão abençoado Tão disposto a céu aberto Esquecido pelo homem Agora vira um deserto São pedaços de riqueza Devorada como a peste Veio a seca e tomou conta Do sertão do meu Nordeste Seu dotô o quê que eu faço Pra acabar com tanta mágoa Entre nuvens de poeira Tudo é seca e não tem água Na cacimba só tem lama E o açude virou pó Nos olhos daquela gente Corre pranto que faz dó Minhas vaquinhas morreram Meu jumento já se foi Só resta lá na catinga A carcaça do meu boi É assim que a gente sente Lastimando a sorte ingrata Tenha dó da nossa gente E ajude um cabeça chata

Todas as informações deste site são postadas inteiramente por seus usuários e seus dados podem conter erros. O Letras exime-se de qualquer responsabilidade sobre as informações publicadas. Entre em contato conosco caso haja interesse em editar ou excluir alguma informação.

É proibida a reprodução das músicas encontradas em nosso site em quaisquer outros meios, sendo permitida somente a visualização das mesmas (Lei 9610/98). Todas as letras de músicas em nosso site são divulgadas apenas para fins educacionais e são propriedade de seus autores. All lyrics in our website are provided for educational purposes only and they are property and copyright of their owners.