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Três Reis Magos

Maumbu

DiSilva Revelação, se abriu, a carapuça foi vestida Conduta vergonhosa, minha prosa é de despedida Respeito se perdeu, mexeu com quem tu não devia Na contra-mão do mundo é cada um na sua via Hipocrisia alarmante, avante, prossigo honesto Com o tempo a gente muda, não mudo pra ser indigesto Cada gesto, eu tô ligado, uma cabeça, uma sentença Teu pensamento é falho, arque com as consequências Não me aponte o dedo, pois pode ser cedo o lacre Cuidado com o que fala, a vida devolve em massacre Olhar maquiavélico, histérico, não é assim que age Nennhum aprendizado tu teve com o Sabotage, né? Insegurança, faz uma lambança extrema Quem achei que era tranquilo, observei que dá problema Pus a lenha na fogueira, agora guenta, é só estrago É o dedo na ferida e o ataque dos Três Reis Magos Um trago no bagulho pra mente expandir alívio Sempre pronto pra batalha, mas não mais com seu convívio Declívio daquele nível de sentir vergonha alheia A face foi aberta e a possessão não desenfreia Só clareia meu instinto nervoso do papo reto A rua vai cobrar postura certa e é preto o teto Decreto o testemunho, meu cunho eu boto à risca Reveja seus conceitos, não aceito moleque bisca. Hartmann Segura essa bronca, não tô de toca e a sola vai pesar Tenho milhares de coisas ainda, a relatar E não é tu que vai parar, de fazer meu caminhar Vê se orienta meu chegado Impurezas da vida, deixaram o coração gelado Mas com mente de mago, cobrando quem pisar no meu calo Meu caro, então sai de baixo Construindo meu império pra cuspir nos arrombado que desacreditaram... (Faz um free aí...) Vixe! Roendo o osso Quem nunca discutiu com a sua própria consciência não sabe o que é ser louco Terra cinza nesse jogo, de subornos, poetas falsos Que agora tão no topo, amanhã? Fundo do poço Eu faço por amor, vivência e maluco por barulho A cada letra pedrada na face, vai voar entulho Eu me juntei com os vagabundos E agora é só o surto, com os grave no absurdo Com sede de deixar modinha em curto Não é pro cê, não! Nasceu pro cê! Então deixa pra nois o procede Que a sua gozolândia é muito fácil ver de longe Mente ligeira, cabreira, mané, sujeito homem Hoje os menino planta, amanhã os menino colhe E vê tudo isso agora, que amanhã se pá noiz morre Toma no cu pra lá e vê se não se envolve Maumbu é original, não é a banca de uniforme Vilela Desnorteado eu já tô, mas eu nunca vou parar E o soldado que tento, mas perdeu a batalha O mago que emociono, com peso da lágrima Um salve pra quem fico, Maumbu, demoro O trampo que eu faço vem na pista contramão, jão E quantos que passam, geração em geração A mema treta, memo truta, tamo na busca de amplia sua visão (A nostralaje tem magia na poção) Tamo sujão, de pico em bico, vários bico em várias rota Quantas foca que te aplaude, sem maldade Essas foca que te aplaude são as mesma que te fode Sem neurose, uma dose bem servida numa taça de cristal Seu veneno atualmente pra mim já não é letal Alto teor da substância proibida Joga no frasco uma poção com 3 magia Cêis pediram, agora toma uma nova categoria Destilando nota e prosa, nostralaje clandestina

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