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Doidivana

Adelino Moreira

Doidivana das noites vadias
Sendo a razão dos meus dias
Quando tu quiseres
Faz um gesto, um aceno, e eu darei
Este amor, que neguei
A tantas mulheres.

Doidivana, apesar de tudo
O tempo passa e eu não mudo
Ainda te quero bem
Tu és doida, doida que só vendo
E eu te querendo
Sou doido também.

Doidivana, quem me calunia
Não sabe a agonia
Que passo e passei
Não ouviu tua voz quente e rouca
Nem beijou a tua boca
Que eu tanto beijei.

Doidivana, carícia suprema
Só me condena
Quem não gostou de alguém
Tu és doida, és doida varrida
E eu te amando na vida
Sou doido também!

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