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Estudante

Adelino Moreira

De manhã no mesmo trem Rompe a alvorada ela vem Rumo a escola ensinar E eu pobre aluno dela Morrendo de amor por ela Sigo a luz do seu olhar Se eu pudesse eu compraria Uma carteira vazia Na divisa da janela Pra ficar constantemente Naquela fila da frente Em frente dos olhos dela Oh professora galante Tem pena do estudante Que mendiga o teu amor Não me dê somente ensino Não transforme o destino Deste infeliz sonhador Já não importa o vexame De uma reprova no exame E nunca mais ser doutor Ria de mim toda a classe Contanto que um dia eu passe No exame do teu amor.

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